Frases de Paulo Coelho

Estabelecer regras, preconceitos, ou padrões, apenas empobrece nossa busca. Estar aberto para a vida, é estar aberto para o próximo.

Julgar-se pior que os outros é um dos mais violentos atos de orgulho, porque é usar a maneira mais destrutiva possível de ser diferente.

Um verdadeiro guerreiro sabe que ao perder uma batalha está melhorando sua arte de manejar a espada. Saberá lutar com mais habilidade no próximo combate.

Uma coisa é você achar que está no caminho certo, outra é achar que o seu caminho é o único. Nunca podemos julgar a vida dos outros, porque cada um sabe da sua própria dor e renúncia.

Chegamos exatamente onde precisamos chegar, porque a Mão de Deus sempre guia aquele que segue seu caminho com fé.

O verdadeiro caminho da sabedoria pode ser identificado por três coisas: precisa ter amor, deve ser prático, e pode ser percorrido por qualquer um.

Antes da mão manejar a espada, ela deve localizar o Inimigo e saber como enfrentá-lo. A espada apenas dá o golpe. Mas a mão já está vitoriosa ou perdedora antes desse golpe.

O perdão é uma estrada de mão dupla. Sempre que perdoamos alguém, estamos também perdoando a nós mesmos.

Cada um de nós sabe a maneira de realizar melhor seu trabalho. Só quem tem uma tarefa conhece suas dificuldades.

Faça a sua parte e não se preocupe com os outros. Acredite que Deus também fala com eles, e que estão tão empenhados quanto você em descobrir o sentido desta vida.

Devemos cuidar de nosso corpo - ele é o templo do Espírito Santo, e merece nosso respeito e nosso carinho.
 

 
 Evento: A Padroeira de Todos Nós

A Padroeira de todos nós...

Foi emocionante, ver a multidão se aglomerando e aos poucos se organizando em caminhada da Praça da Matriz até o CESPA (Centro Social Paroquial), reverenciada com emoção pelo povo fiel, nossa Senhora Aparecida foi lembrada pela imagem ornamentada especialmente para o dia, foi conduzida pela comunidade que se fazia representar pelas pastorais e leigos num só coro entoavam os hinos e cânticos em louvor a Santa.
Com a participação efetiva das crianças da catequese, das comunidades, representaram personagens da história, a própria Nossa Senhora Aparecida, os pescadores que acharam a imagem e até a rede foi lembrada.
Ao final com todos abrigados no Salão a tradição se repetiu, em estilo participativo as crianças da catequese das comunidades se responsabilizaram por cada parte da coroação, culminando num evento diferente apesar da tradição, nunca é repetitivo, sempre faz com que os fiéis reflitam e se ofereçam a Virgem Maria sob o título de Aparecida.
Poderá alguém dizer, mas se Nossa Senhora Aparecida é mesmo a Padroeira do Brasil, porque ela não dá um jeito nessa situação? Parece que as forças do mal estão dominando, é tanta violência, injustiça social, mentira, corrupção, às vezes até os governantes parecem perdidos, sem saber que rumo tomar. Onde está Nossa Senhora afinal?
Maria não é, e nem quer ser a salvadora da pátria, a deusa poderosa, mas Maria é apenas uma mulher, frágil e fraca, muito discreta como essa imagem que ficou tanto tempo submersa no fundo de um rio. A sua grandeza está na confiança e fidelidade que colocou em Deus, aceitando a missão de ser a Mãe do Salvador, merecendo o título de co-redentora porque a sua contribuição foi decisiva para que Deus realizasse a Salvação da humanidade. Tudo em Maria aponta para Jesus, só Ele é o caminho, a verdade e a vida.
Há os que não confiam e abandonam a fé, mas são poucos, a cauda do Dragão arrastava apenas um terço das estrelas como diz os evangelhos (Ap 12,4).
Que a Mãe Aparecida abençoe a todos nós brasileiros, independente do nosso credo religioso e que, nós cristãos não pensemos no que nos separa, mas sim no que nos une: a fé e a esperança de um mundo melhor, em Cristo Jesus!
Luciano / PASCOM

 
 

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